16 9 / 2014

Quando voce ama alguém pequenas estrelas saem de voce.

Karem, 7 anos

16 9 / 2014

Zélia Duncan - Milágrimas


Em caso de dor, ponha gelo
Mude o corte do cabelo
Mude como modelo
Vá ao cinema, dê um sorriso
Ainda que amarelo
Esqueça seu cotovelo
Se amargo for já ter sido
Troque já este vestido
Troque o padrão do tecido
Saia do sério, deixe os critérios
Siga todos os sentidos
Faça fazer sentido
A cada milágrimas sai um milagre
Em caso de tristeza vire a mesa
Coma só a sobremesa
Coma somente a cereja
Jogue para cima, faça cena
Cante as rimas de um poema
Sofra apenas, viva apenas
Sendo só fissura, ou loucura
Quem sabe casando cura
Ninguém sabe o que procura
Faça uma novena, reze um terço
Caia fora do contexto, invente seu endereço
A cada milágrimas sai um milagre
Mas se apesar de banal
Chorar for inevitável
Sinta o gosto do sal
Sinta o gosto do sal
Gota a gota, uma a uma
Duas, três, dez, cem mil lágrimas, sinta o milagre
A cada milágrimas sai um milagre

(Fonte: youtube.com)

14 9 / 2014

11 9 / 2014

A arte de deixar o orgulho de lado: Essa é difícil de dominar

10 9 / 2014

10 9 / 2014

blue_valentine_1A maioria das moças que desabafam comigo possui o mesmíssimo problema: medo de abrir mão de homens que, com certeza, mais parecem pedras no caminho. E que, desde 2012 – ou seria 2010? -, já não dão mais alegrias e, muito menos, no couro.

Ela já não sente mais nada – nada mesmo! – por ele, porém, uma potente força interior a impede de colocar um ponto final nessa história enfadonha, sem língua no beijo e que há tempos já perdeu o friozinho na barriga. Ela é só mais uma, em meio a milhões de pessoas que – como ela – simplesmente aceitam – como se não houvesse saída – uma relação diariamente empurrada com a barriga e mantida à base de esperanças na reversão do irreversível. Mas quem é ela? Você, talvez. Ou eu, em meu passado acomodado.

“Mas e se ele for o amor da minha vida e eu me arrepender disso no futuro?”, elas me perguntam, cheias de insegurança no olhar e tentando inventar justificativas para não sair, por nada, de uma zona de comodismo na qual o tesão já não existe mais, e que é mantida apenas por influência do medo. Medo de quê? Medo de recomeçarem do zero (como elas mesmas me dizem) e de enfrentarem, mais uma vez, o novo, o inédito, o desconhecido. Medo de não encontrarem ninguém melhor do que aquele que voltará ao mercado. Medo de presenciarem o ex-namorado (aparentemente) dando certo com outra mulher. Medo de, pela sociedade, serem vistas como mulheres que falharam antes mesmo do casório. Medo bobo. Medo que não deve superar – em hipótese alguma – a fobia de viver uma vida sem sal e ao lado de alguém que não nos desperta nada, nem cócegas.

Elas, apesar de violenta insatisfação e do incômodo que sentem, não terminam a relação porque têm pavor de serem vistas, pelo júri popular e pela própria família, como mulheres que fracassaram no “jogo da vida”. Sempre que acabam com uma relação, elas se sentem voltando três casas em um imenso tabuleiro; como se o objetivo principal da existência humana fosse rumar em direção ao casamento e, consequentemente, às fraldas sujas. Grande bobagem! O objetivo da vida – se é que existe um! – é encontrar aquilo que traz felicidade a VOCÊ e aprender a se desapegar daquilo que faz mal a VOCÊ.

Ele é um médico bem-sucedido? A sua mãe adora o cara? Antes dele você já teve que desistir de dois noivados? As suas melhores amigas estão prestes a casar? Que se foda! Nada disso importará se você não suportar nem ouvir a voz do cidadão. Nada disso fará sentido se você sente nojo de beijá-lo. Nada disso deverá ser levado em conta se, ao lado dele, você não estiver feliz.

Abrir mão do barrigudinho aí, diferente do que pensa, não é dar um passo para trás. Pelo contrário: é dar um importante salto em direção à sua felicidade. E para bem longe da sua covardia.

Pare de inventar desculpas – e amor – para não deixar a rotina maçante que você já conhece. E, por favor, arrume coragem para navegar pelo desconhecido.

Faça uma faxina geral em sua vida: doe as calças que você já não usa mais, mude o velho corte de cabelo e, de uma vez por todas, aceite os deliciosos riscos de ser, mais uma vez, solteira e feliz. E se os outros começarem a falar da sua vida, apenas coloque um fone de ouvido.

A vida é muito curta para perder o seu tempo com a opinião dos outros e ao lado de alguém que não faz você feliz. A vida é realmente curta, mas a fila, por sorte, é bem longa. E anda, para o bem de quem precisa de novos ares. E arrepios.

Foto: cena do filme “My Blue Valentine

- Ricardo Coiro

10 9 / 2014

08 9 / 2014

John Paul Young - Love Is In The Air ♥ HD

(Fonte: youtube.com)

08 9 / 2014

Peter Pan na Terra do Nunca_08

08 9 / 2014

pre-wedding-praia-ceara (20)